Um dia me senti na obrigação e ao mesmo tempo com a necessidade de declarar meus pensamentos; ao decorrer deste meu processo aprendi que: “nem todo filósofo fala aquilo que pensa, nem pensa aquilo que fala.” Deixarei em aberto para que possam refletir.

Tal capacidade que tenho é simplesmente infinita, pois com o passar do tempo, percebi que podemos gostar ou aceitar aquilo que nos é imposto. E quando falo nessa imposição me refiro às disciplinas escolares.

O que me chama atenção é a falta de perspectiva que atualmente não só os estudantes, entretanto as pessoas têm. Eu até concordo que tudo o que acontece a todo milésimo de segundo, se não é importante do lado oeste do Meridiano é importante do lado leste, todavia com calma e perspicácia um dia as coisas mudam.

Hoje me sinto muito mais à vontade do que ontem para dizer estas palavras e sei que todas são fruto de uma grande análise feita ao longo de leituras, conversas e reflexões. É imensamente maravilhoso um dia acordar e se deparar com a sensação de que você é um ser formador de opiniões; que saiu do papel de coadjuvante para o de protagonista da sua própria história e algumas vezes antagonista da história de outros. Isto é uma daquelas pequenas coisas que nem o mais poderoso dos homens poderia comprar, e em falar de coisas pequenas, aprendi o seu verdadeiro valor. Raramente sinto-me no dever de dizer que é extremamente delicado lidar com perdas, sejam elas quais forem; normalmente como o ser humano é grande especulador das coisas, esquece seu verdadeiro papel como ser e não repara que há muito para aprender: esse é o fenômeno que considero egocentrismo; não que todas as pessoas sejam assim: normal cada um de nós termos um pouco, porém há pessoas que exageram demais.

É esse complicado entendimento de sociedade e reunião de valores que ocasiona isto, pois se todos pudessem ser mais livres em seus pensamentos sem grandes influências, uma cidade como São Paulo não quereria ser igual à Nova York. E não estamos discutindo “o progresso” e sim determinadas influências. Essa fantasia de “american way of life” está acabando, claro que em um processo lento, contudo só o fato de ter se iniciado é um bom começo.

Certa vez  me disseram que a desigualdade existente no planeta é social e não racial; estas poucas letras soltas me levam a entender que realmente existe um teor de verdade nisso. Partindo do princípio que as pessoas o vêem como objeto de valor ou seja, o que vale é o que você têm e não o que você faz. Lendo, apesar de muito calmamente “A Invenção do Ser Negro e Política: Teoria e Cotidiano”, descobri que muitas das “tempestades” que atualmente atormentam o mundo fundamentam-se numa filosofia do século V a.C, e vou além, já que naquela ocasião existiam evidências de como a política e a humanidade se propagaria no que nos tempos contemporâneos, os sociólogos chamam de sociedade.

Tendo em vista todo esse referencial que fiz, há intensas obras nas quais eu queria deixar marcadas pela milésima vez minha participação e em minhas memórias e, que alguém que desconheço a existência, possa entender o ser não a pessoa.

Todos os dias vivemos e presenciamos situações distintas, seja no trabalho, em casa, na rua, na TV, no governo ou até mesmo do outro lado do mundo. Há alguns anos as situações estão ficando piores; chega uma hora que a vontade é de sair desse mundo e esquecer que ele existe.

Os problemas são diversos: hospitais e correios em greve, moradores no meio da troca de tiros entre policiais e bandidos, deputados corruptos, os preços dos mantimentos aumentando, escolas sem professores, pessoas sem abrigo, passando fome… poxa, é difícil receber notícias que nos arranque um sorriso!

Uns acham que as situações atuais são conseqüências do dia-a-dia, mas mesmo assim preocupam-se em unir-se e lutar por uma condição melhor de vida, acreditando em mudança; outros fecham os olhos e fingem que nada está acontecendo ao redor.

Em ambos os casos o que se quer é ser feliz. Ter uma vida confortável ao lado de nossos familiares, exercer a profissão depois de formado, ganhar um salário que supra as necessidades da casa… enfim, sabendo que é difícil derrubar todos esses obstáculos e que não podemos contar com o apoio do governo, o desejo de se refugiar em outro mundo onde existe ordem é enorme.

Portanto, como não existe a possibilidade de viver em outro mundo, cabe à sociedade ter mais seriedade e responsabilidade em seus atos. De nada adianta ficar sentado reclamando dos defeitos que têm o mundo globalizado.

Em co-autoria com Livya Meirelles

40 anos de 68 para relembrar, celebrar e entender

O ano de 68 foi um marco, principalmente pela ação dos jovens. É bonito relembrar como a juventude se encontrava, toda ela junta e unida, lutando por causas em comum. Se formos comparar com o atual, cenário chega a ser triste a falta de idealismo dos jovens de hoje. Não posso deixar de citar um fato que ocorreu ano passado: a questão do passe livre; como me encontro na posição de uma jovem idealista, na ocasião pensei que os estudantes fossem encher a porta da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, mas não foi o que aconteceu: pela quantidade de colégios públicos sejam eles estaduais, federais ou do município deveria ter havido um número bem mais expressivo. Menos de cinco mil estudantes compareceram a esta manifestação reinvidicando que o passe não fosse tirado.

Todos os dias me pergunto o porquê desta geração e onde foram parar seus anseios, indignação, seu idealismo. Mesmo admirando profundamente os jovens daquela época, creio que atualmente não seria de extrema necessidade ocupar os lugares como forma de protesto: eles não escreviam expondo sua idéias? Então comecemos a fazer isso também.

Nossa grande luta de hoje teria de ser pelo sistema de ensino, assim como muitos estudiosos pensam, eu também acredito que as coisas só irão dar um passo adiante, quando tivermos uma bom mecanismo educativo. Não estou dizendo em momento algum que neste país não se pronuncie a palavra educação, até se fala e é debatida uma educação melhor, entretanto nunca chega. Por outro lado não jogo toda a culpa sobre os jovens. Uma música que retrata bem 68 é «e vamos à luta» de Gonzaguinha, apesar dos pesares me orgulho, assim como ele, de ser brasileiro e acredito na rapaziada. É o próprio sistema que vive dizendo que somos o futuro da nação, no entanto cabe a nós batalharmos por uma educação de qualidade que sempre se discute, todavia não sai do papel.

Portanto o que tenho a expor sobre meus pensamentos e minhas vontades, estão contidas neste pequeno texto, que além de fazer uma comparação das juventudes atual e passada, se baseia entre outras coisas em uma das épocas de manifestações mais importantes da história do Brasil e do mundo.

Eu ousei em acreditar diversas vezes que magnífico era eu ter participado de uma passeata em prol de um direito estudantil: o passe livre. Hoje percebo que felizes foram aqueles que como Dilma, Lula, Chico, Caetano e José Dirceu,  lutaram arduamente para construir um país melhor, tendo a ousadia de tomar as palavras da ministra que pronunciou: “Eu não vou esconder o que eu fui e não tenho uma avaliação negativa. (…) Tenho uma visão bastante realista daquele período. Eu tinha 22 anos, o mundo era outro, o Brasil era outro. Muita coisa a gente aprendeu. Não tem similaridade com o que eu acho da vida hoje.” Dilma, em 2005, falando sobre suas atividades durante a luta armada.

Agora mais do que nunca tomo as suas brilhantes palavras como minhas. Pois não há dúvidas de que daqui a uns 40 anos eu irei pronunciá-las, novamente, com uma nova reorganização, porém não fugirei à praxe presente em todos os tempos.

Certa vez um camarada meu disse a seguinte frase: “que nós discutíamos atualmente o que era debatido ha 10 anos atrás” e essa frase me fez refletir sobre a seguinte coisa: a política de um modo geral tem padrões que precisam ser seguidos, como podemos perceber e até mesmo analisar, quase todos se não todos, políticos da atualidade tiveram formação política, no âmbito de Marx, Engels ou ainda outros nomes do grande socialismo, todavia isto não lhes fez mais bem que outrora, porque hoje é como se não significasse mais nada.

É, entramos em uma nova era e temos um novo Brasil, só me assusta o fato dos que lutaram tanto para que o país fosse o que é, em termos de economia, desenvolvimento e comunicação, serem agora os protagonistas dos maiores escândalos fraudulentos ou das corrupções mas descaradas que existem. Não deveriam ser esses mesmos, que são privilegiados de grande conhecimento intelectual, a lutarem ainda mais para que as coisas entrem nos eixos, como se diz popularmente? Ora se não foram vocês mesmo que diziam: “que depois da vitória era que começava verdadeiramente a revolução” — agora como pude ver mesmo sendo um Brasil de outras épocas, é difícil crer em quem tinha razão.

Bem diferente da rede social mais usada pelos brasileiros, o Badoo funciona perfeitamente para quem procura outros relacionamentos e contatos, pois inclui recursos espertos de autopromoção que tornam as pessoas da rede, muito mais participantes e presentes do que em qualquer outra, onde as mesmas pessoas colecionam amigos e interagem muito pouco com os mesmos.

Fotografias com notas
Para receber notas em suas fotografias e ter seu rosto na tela de muitas outras pessoas, faça o mesmo primeiro: curta com quantas estrelas quiser, as fotos dos outros que podem ser homens ou mulheres, a gosto do cliente.

Pessoas da sua cidade e idade
Procure dentre centenas, uma pessoa interessante que pode estar online e que certamente pode marcar um encontro contigo: a lista das “pessoas de perto” sempre muda conforme as pessoas entram no site e colocam-se no topo a cada 24 horas.

Fotos comentadas e nada de recados
Comente as fotos de terceiros e receba respostas relacionadas; entre no bate-papo para falar com gente online ou deixar um recado particular offline: todas as conversas com cada pessoa, ficam guardadas no site.

Estes e outros recursos como o preenchimento inteligente de perfil e o divertido “botão vermelho” tornam esta, uma rede bastante promissora e realmente social.

http://www.badoo.com/

Fotografia da Cobie CaillatColbie Caillat (Newbury Park, Califórnia; 28 de Maio de 1985) é uma cantora pop americana e guitarrista de Malibu, filha do produtor musical Ken Caillat. O álbum “Coco” marca a estréia da cantora e compositora.

Colbie fez sucesso primeiramente no MySpace, onde colocou algumas músicas no site, entre elas “Bubbly” que encabeça o álbum e chegou à quinta posição do ranking da revista Billboard. Antes de se tornar um grande hit, a canção esteve disponível temporariamente de forma gratuita no iTunes. O álbum atingiu recentemente, 3 milhões de cópias vendidas no mundo e 2 milhões apenas nos Estados Unidos.

A artista começou a cantar profissionalmente aos 11 anos e se declara fã de Lauryn Hill e Fleetwood Mac. Seu primeiro show no Brasil aconteceu em São Paulo, dia 15 de Outubro de 2008 no Credicard Hall. Coco é o apelido de infância de Colbie.

Discografia:
* Coco (2007)
* Breakthrough (2009)

Participações em coletâneas:
* 2008 – “Dreams Collide”
* 2008 – “Kiss the Girl”
* 2008 – “Out Of My Mind” (WalMart Soundcheck)
* 2008 – “Lucky” (com Jason Mraz)
* 2008 – “You” (com Schiller)
* 2008 – “Breathe” (com Taylor Swift)
* 2008 – “Hoy me Voy” (com Juanes)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Colbie_Caillat

“Para mim, o presente é para sempre, e o eterno está sempre mudando, fluindo, se dissolvendo. Este segundo é vida e quando passa, morre. Mas você não pode recomeçar a cada novo segundo: tem de julgar a partir do que já está morto. Como areia movediça… invencível desde o início. Uma história, uma imagem, pode reviver algo da sensação, mas não o bastante. Nada é real, exceto o presente e mesmo assim já sinto o peso dos séculos a me esmagar. Uma moça há cem anos, viveu como vivo. E ela está morta. Sou o presente, mas sei que também passarei. O movimento culminante, o relâmpago fulgurante, chega e some; contínua areia movediça. E eu não quero morrer.”

(…)

“Vi a neve no Smith pela primeira vez. É como qualquer outra neve, mas eis-me aqui, portanto, em meu quarto. (…) Não dá para me enganar e escapar à constatação brutal de que não importa o quanto você se mostre entusiasmada, não importa a certeza de que caráter é destino, nada é real, passado ou futuro, quando a gente fica sozinha no quarto com o relógio tiquetaqueando alto no falso brilho ilusório da luz elétrica. E se você não tem passado ou futuro, que no final das contas são os elementos que formam o presente todo, então é bem capaz de descartar a casca vazia do presente e cometer suicídio.”

Ao mesmo tempo  em que “cultua” a morte e cogita o suicídio em vários de seus escritos (em alguns descreve suas tentativas frustradas), afirma não querer morrer. A sensação de peso ao sentir a vida escapar pelos dedos, o passar inevitável das horas e o eterno ciclo “vida-morte-vida-morte” são temas presentes em várias de seus poemas, o que pode sugerir  influência de Virginia Woolf, uma de suas escritoras prediletas.

“Ah, é duro para mim me reconciliar com isso tudo. Talvez por isso eu seja uma moça: assim posso viver com mais segurança que os rapazes que conheci e invejei; ter filhos e instilar neles o desejo intenso de aprender e amar a vida que eu jamais chegarei a sentir plenamente, pois não há tempo, pois não há mais tempo, em vez disso há o medo súbito e desesperado, o relógio que bate e a neve que cai de repente demais após o verão. Certo, sou dramática e meio cínica, indolente e meio sentimental. Mas nos anos fáceis poderei amadurecer e descobrir meu caminho. Agora estou vivendo numa situação crítica. Estamos todos na beira do precipício, isso exige muito vigor, muita energia, seguir pela borda, olhar para baixo, ver a escuridão profunda sem ser capaz de identificar através da névoa amarelada e fétida o que jaz abaixo do lodo, na lama que escorre cheia de vômito; e assim sigo em frente, imersa nos meus pensamentos, escrevendo muito, tentando achar o centro, um significado para mim.”

(…)

“Se eu superar este ano, despachando meu demônio quando ele surgir, dando conta de que ficarei cansada após vários dias de trabalho e exausta depois de corrigir as provas, concluindo que trata-se de um cansaço natural e não algo para ser lamentado com horror, serei capaz, pouco a pouco, de encarar a vida, em vez de fugir correndo a cada aceno do sofrimento.”

(…)

“O demônio me humilha; faz com que eu me ajoelhe perante o reitor da faculdade, do meu chefe de departamento, de todos, chorando: olhe para mim, maldito, sou incapaz. Falo dos meus medos para que os outros os alimentem. Preciso assumir uma postura calma e lutar contra o demônio dentro de mim, sem jamais lhe dar a dignidade de uma aparição pública, fugindo dele, sem cair em suas garras. Trabalharei em minha sala das nove às dezessete, em geral, até perceber que estou me saindo melhor na sala de aula. De todo modo, farei coisas relaxantes, lerei outros livros de noite. Permanecerei intacta, distanciada do emprego, do trabalho. Eles não podem exigir de mim mais que o melhor e só eu sei realmente onde se situam os limites da definição de melhor. Tenho escolha: fugir da vida e me desgraçar para sempre, pois não posso ser perfeita de cara, sem dor e fracasso, ou enfrentar a vida em meus próprios termos e fazer o melhor possível.”

Nestes trechos Sylvia refere-se  à sua luta contra a depressão, ao esforço que fazia para parecer uma pessoa “normal” e conciliar os afazeres de mãe e dona-de-casa com seu trabalho de professora.

Milhões de pessoas oram todos os dias pedindo que lhes seja mostrado o caminho, que tenham forças e fiquem livres dos perigos. Entretanto, poucas pessoas se perguntam para onde estão indo, o que querem realmente da vida, o que vão verdadeiramente ganhar ou perder quando chegarem lá. Mas como, se nem sabem para onde querem ir?

Antes de procurar o caminho devemos especificar nossos objetivos. Estes devem estar alinhados com os nossos valores, nossos princípios orientadores, dos quais não queremos e não podemos nos afastar. É como diz o escritor norte-americano John Schaar: “O futuro não é o resultado de escolhas entre caminhos alternativos oferecidos pelo presente, e sim um lugar criado. Criado antes na mente e na vontade, criado depois na ação. O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. Os caminhos não são para ser encontrados e, sim, feitos. E a ação de fazê-los muda ambos, o fazedor e o destino.”

Objetivos respondem à pergunta: o que eu quero alcançar? Liste seus objetivos por escrito. Não importa quais tipos de objetivos você tenha em mente. Eles devem ser escritos. O que não merece ser escrito, não merece ser realizado.

Uma vez escritos seus objetivos, faça o seu plano de ação. Responda a essas perguntas:

* O que preciso fazer para alcançar os meus objetivos?
* Quais recursos já tenho e de quais recursos vou precisar?
* Quem pode me ajudar?
* Esses objetivos dependem somente de mim, ou dependem também de outras pessoas?
* Em quanto tempo quero isto realizado? Estabeleça uma data limite.

Respondidas essas perguntas acima é hora de pensar nas estratégias. Como conseguir os recursos? Como convencer outras pessoas a me ajudarem? Quantas horas por dia, por semana, devo me dedicar a cada projeto? A palavra estratégia, significa “arte do general”, do francês stratégie; “oficício ou comando do general”, do grego strategia. Como a etimologia evidencia, estratégia tem a ver com a preparação detalhada e cuidadosa para a batalha. O general que for para a batalha sem se preparar está condenando o seu exército a sangrar, o seu país à derrota no campo de batalha.

Estabeleça as evidências sensoriais orientadoras. Evidências são os sinais, os indicadores de que estamos no caminho certo. Se um dos meus objetivos é fazer um curso em outro país, visitar o site da universidade é um indicador. Escrever um e-mail pedindo informações e a resposta desse e-mail é outro indicador. As pessoas em geral não valorizam nem prestam atenção às pequenas coisas que fazem nem ao que acontece diariamente. Depois ficam frustradas quando não conseguem ou se surpreendem quando seus objetivos são alcançados meio “ao acaso”. A construção de um edifício é resultado de uma infinidade de pequenas ações continuadas e ininterruptas. Milhares de tijolos são assentados um a um. Porém o edifício só fica pronto depois de um último detalhe final, como a instalação da última tomada elétrica, que sozinha representa muito pouco, diante de tudo que foi feito.

Não fique somente no sonho. Parta para a ação. Lembra da música de Milton Nascimento? “Longe se vai sonhando demais, mas onde se chega assim?” As pessoas bem sucedidas são muito focadas. Trabalham muito para conseguirem o que querem.

Esteja atento aos seus pensamentos e estado emocional. Pensamentos são como pequenas pessoas falando dentro de nós. Essas conversas ocultas determinam o que vamos fazer, que caminho vamos seguir. Nossos pensamentos mudam o tempo todo, e nunca sabemos qual será o nosso próximo pensamento até que ele apareça. Não posso controlar meu próximo pensamento, mas posso controlar o meu pensamento atual. Por isso, escute atentamente o que está falando para você mesmo.

* Quando olha para seus objetivos, você diz que eles são grandes demais ou pequenos demais?
* Quantas vezes você já disse que sonhos são bobagens?
* Quantas vezes você já disse que não pode?

Diga que não quer. O ser humano é capaz de realizar qualquer coisa, desde que acredite e se comprometa. Há uma fase famosa de Henry Ford sobre isso: “Se você disser que pode, você está certo. Se disser que não pode, você também está certo.”

Não estamos falando aqui de coisas absurdas, como mergulhar e explorar as profundezas do oceano sem treino e sem equipamento. Estamos falando de objetivos reais, como concluir um mestrado, comprar a casa dos seus sonhos, conseguir formar seus filhos na faculdade, conquistarr um novo emprego ou ser promovido no seu emprego atual.

Quando pensamos o quanto somos abençoados, o quanto a vida é bela, e o quanto somos privilegiados, entramos num estado de graça emocional. Temos mais disposição, nos tornamos mais alegres, mais fortes e mais felizes. Mas quando dizemos que a vida é dura, que as coisas estão difíceis, e quando vemos os desafios como grandes problemas, como barreiras difíceis de superar, ficamos tristes, enfraquecidos, nos sentido como vítimas, pobres criaturas, abandonadas à própria sorte, sem controle do nosso destino.

Crie o hábito de fazer pelo menos uma ação diária em direção dos seus objetivos. Nosso corpo, nosso cérebro e nossa mente são condicionados pelos nossos pensamentos e nossas ações. O condicionamento é uma coisa incrível, quando nos condicionamos a fazer tudo que precisa ser feito. É porém, um inimigo implacável, quando nos deixamos levar pela correnteza da vida, quando cantamos a música do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.

Portanto, não fique aí parado. Estabelecido o objetivo, faça o seu plano de ação e comece a agir imediatamente, acredite em você mesmo, acredite na vida e nas pessoas, parta para a ação, seja persistente. Observe o curso do caminho e vá fazendo os ajustes de percurso quando estiver se afastando do destino. Você se surpreenderá com os resultados.

Fonte: http://www.personare.com.br/revista/voce-e-o-futuro/materia/356/do-sonho-a-realizacao-dos-objetivos

Capa do livro de Donald Spoto

Capa do livro de Donald Spoto

Sempre  admirei sua história de força e coragem, mas esta admiração cresceu imensamente após a leitura do livro “Joana D’arc — Uma Biografia” de  Donald Spoto. Nele há trechos do julgamento de Joana: o autor se preocupou em reproduzí-los da maneira mais próxima possível dos originais. Impressiona a sensatez de uma menina com menos de vinte anos, que fora traída por quem lhe devia gratidão, abandonada pelo povo francês (que ela tanto amava) e queimada da maneira mais cruel como herege.

Existem vários filmes sobre Joana: uns a tratam como louca e fanática religiosa, outros como uma figura influente da história, mas acredito que o mais importante foi a fé ilimitada que ela tinha no seu Deus; tanta fé, que de acordo com os registros da época, morreu chamando por Jesus e ao contrário do que é mostrado em alguns filmes,  permaneceu firme e não assinou confissão alguma: tudo foi forjado para apressar sua morte e livrar o governo inglês de alguém tão influente e com uma fé tão grande, que assustava os seus adversários na luta pela liberdade do povo francês.

Quem nunca encontrou dificuldades na hora de rodar aquele clipe de formato estranho ou notou as imagens mais lentas do que o som? Com o player gratuito VLC qualquer formato roda, mesmo em computadores menos modernos (com Windows 98, por exemplo).

Para manter certos arquivos associados com o Windows Media Player, recomendo a instalação mínima (que funciona normalmente).

Recorte da interface original

Não gostou da interface? Conheça as dezenas de capas (skins) feitas para o player.