Ganhador de 14 prêmios do cinema internacional, o longa de Zhang Yimou (1992) aproxima-nos do drama das mulheres casadas com senhores feudais da China de 1920.
Lanternas Vermelhas é um filme calmo, mas bem amarrado; despretencioso, mas emocionante, dono de uma fotografia marcante e excelentes atuações.
Eu particularmente gostei bastante da primeira cena, da trilha sonora e das tomadas com cores em destaque. Querendo ou não, critica a poligamia e seus efeitos negativos na família, mas seu assunto principal é a maneira com que cada um lida com as dificuldades criadas pela tradição.

Lanternas Vermelhas
Sylvia Plath (1932-1963) foi uma poetisa estadounidense (da cidade de Boston), casada com o poeta Ted Hughes (ótimo escritor na minha opinião), com quem teve dois filhos.
É conhecida principalmente por suas obras “Ariel” (publicada em 1965), que consiste numa coletânea de poemas e pelo seu único romance, de cunho auto-biográfico e “A Redoma de Vidro” (1963).
É importante o conhecimento da história de vida dessa poetisa, para compreendermos profundamente seus poemas e percebermos o quanto ela ousou em sua obra. Creio que ninguém consegue “passar” por Sylvia e continuar imune a ela: vai amá-la ou desprezá-la.
Para quem quiser “se iniciar” em Sylvia, recomendo primeiramente leituras biográficas em sites ou nos livros “A Redoma de Vidro” e “Os Diários de Sylvia Plath” (que contém textos extraídos de seus diários pessoais). Outra dica: creio que as traduções de seus poemas feitas por Ana Cristina Cesar (que não são fáceis de serem encontradas), conseguem se aproximar mais dos originais.
Exceto pela dobradinha das faixas 3 e 4 (”Paparazzi” e “Poker Face”), a sonoridade deste álbum é bastante inexpressiva, apesar da excelente produção aplicada: trata-se de um material dançante com “melodias em sépia” que podem marcar muitos momentos e irritar muitos pais.
Um dos elementos pouco originais usados é o “sampleamento” de trechos cantados em quase todas as faixas: talvez esse recurso nunca tenha sido explorado em produções mundiais, mas tratá-lo como “descoberta” chega a ser patético.
Certas canções remetem a sucessos dos anos 80, como “Boys Boys Boys” que tem refrão similar (em algumas notas) ao refrão de “Wild Boys” (da banda Duran Duran); outras (”Paper Gangsta” e “Like It Rough”) usam sons que lembram os de “Cherish” (da banda Kool & The Gang).
Por fim, “The Fame” tem apenas o apelo eletrônico (eterna tendência da música pop) como destaque de um produto pouco musical, acompanhado do nome “Lady Gaga” que parece mais forte do que o seu canto.
Realmente Java é a linguagem de programação mais promissora do mundo: celulares e agora até aparelhos reprodutores de Blu-ray “rodam” aplicativos ou jogos em Java. Uma grande maioria dos bancos usa Java nos campos de senha, para oferecer mais segurança aos seus clientes; por isso se você tem Java no seu sistema operacional, atualize do update 11 para o 17 lançado há poucos dias: procure por um pequeno ícone laranja na bandeja do sistema (perto do relógio) e clique nele.
Se você não sabe do Java em seu Windows, procure por ele no “painel de controle” e se não encontrar, baixe-o clicando na ilustração abaixo, pois sem Java não dá.
