Todos os dias vivemos e presenciamos situações distintas, seja no trabalho, em casa, na rua, na TV, no governo ou até mesmo do outro lado do mundo. Há alguns anos as situações estão ficando piores; chega uma hora que a vontade é de sair desse mundo e esquecer que ele existe.
Os problemas são diversos: hospitais e correios em greve, moradores no meio da troca de tiros entre policiais e bandidos, deputados corruptos, os preços dos mantimentos aumentando, escolas sem professores, pessoas sem abrigo, passando fome… poxa, é difícil receber notícias que nos arranque um sorriso!
Uns acham que as situações atuais são conseqüências do dia-a-dia, mas mesmo assim preocupam-se em unir-se e lutar por uma condição melhor de vida, acreditando em mudança; outros fecham os olhos e fingem que nada está acontecendo ao redor.
Em ambos os casos o que se quer é ser feliz. Ter uma vida confortável ao lado de nossos familiares, exercer a profissão depois de formado, ganhar um salário que supra as necessidades da casa… enfim, sabendo que é difícil derrubar todos esses obstáculos e que não podemos contar com o apoio do governo, o desejo de se refugiar em outro mundo onde existe ordem é enorme.
Portanto, como não existe a possibilidade de viver em outro mundo, cabe à sociedade ter mais seriedade e responsabilidade em seus atos. De nada adianta ficar sentado reclamando dos defeitos que têm o mundo globalizado.
Em co-autoria com Livya Meirelles
