Em uma ousada releitura dos grandes sucessos de Michael Jackson, diversas cantoras criam o mais surpreendente resultado no estilo easy, perfeito para momentos a dois. Imagino que se fosse feito um longa sobre o rei do pop, essa seria a trilha sonora ideal, principalmente para os seus momentos pessoais.
Para quem curte músicas de sucesso internacional, o site Songfacts oferece uma comunidade imensa que agrega dados sobre canções muito conhecidas, contando suas histórias e curiosidades mais peculiares; apesar de muito original, o site em si não é bonito, mas nem por isso pouco respeitado.
Olá pessoal! Depois de um tempo sem postar, aproveitei uma folga para escrever sobre esta série estadounidense de 1981, agora em DVD, estrelada por Anthony Hopkins e Robert Foxworth, que baseada nas escrituras sagradas, retrata o início do cristianismo a partir da perspectiva desses dois homens que eram inimigos mortais no início e depois se tornaram companheiros na luta para levar a mensagem de Cristo ao mundo. Creio que o diferencial desta produção é o enfoque na humanidade desses homens: é possível perceber que entre os primeiros pregadores do evangelho havia discórdia, competição, inveja, etc; o que de maneira nenhuma ofusca a grandeza de seus atos, pelo contrário: nos mostra que podemos fazer coisas maravilhosas mesmo sendo falhos, cheios de limitações, enfim, sendo humanos. Outro ponto importante é o amadurecimento de ambos mostrado durante as três décadas do filme. Paulo, antes chamado Saulo, de personalidade forte e rígida, torna-se maleável, compresensivo e tolerante; Pedro, antes impulsivo, explosivo e ansioso, torna-se sereno e tranquilo. É possível inclusive perceber a mudança no tom de voz de ambos.
Trata-se de um bom DVD para ser assistido por cristãos e não-cristãos, pois fala de fé, de coragem, de doação e do valor de um ideal que ultrapassa o valor da própria vida, capaz de suportar os mais terríveis sofrimentos. Definitivamente um filme sobre entrega, sobre devoção.
Sempre admirei sua história de força e coragem, mas esta admiração cresceu imensamente após a leitura do livro “Joana D’arc — Uma Biografia” de Donald Spoto. Nele há trechos do julgamento de Joana: o autor se preocupou em reproduzí-los da maneira mais próxima possível dos originais. Impressiona a sensatez de uma menina com menos de vinte anos, que fora traída por quem lhe devia gratidão, abandonada pelo povo francês (que ela tanto amava) e queimada da maneira mais cruel como herege.
Existem vários filmes sobre Joana: uns a tratam como louca e fanática religiosa, outros como uma figura influente da história, mas acredito que o mais importante foi a fé ilimitada que ela tinha no seu Deus; tanta fé, que de acordo com os registros da época, morreu chamando por Jesus e ao contrário do que é mostrado em alguns filmes, permaneceu firme e não assinou confissão alguma: tudo foi forjado para apressar sua morte e livrar o governo inglês de alguém tão influente e com uma fé tão grande, que assustava os seus adversários na luta pela liberdade do povo francês.



